por Patrícia Schulz
O senso comum domina o globo terrestre - opa! No universo acadêmico não pode ser assim, ou não deveria. Foi pensando nisso que o projeto ‘momento cultural’ fez parte da semana do Comuniquismo.
O último longa exibido foi “A vida em um dia". O filme mostra uma experiência global histórica, a qual criou o primeiro longa-metragem do mundo gerado por usuários comuns. O resultado foi um documentário, filmado no dia 24 de julho de 2010. Os participantes tiveram 24 horas para documentar um trecho da sua vida com uma câmera e enviar para os produtores.
Entre suspiros, lágrimas, risos daqueles que acompanhavam o longa, percebi através do filme, diversas culturas espalhadas pelo globo terrestre. Em todas as raças encontramos - necessidade de comida, doença, crença, amor, dinheiro. A película nos mostra que o ser humano é o mesmo ao redor de todo o globo, isto é, têm as mesmas necessidades.
Pessoas comuns tiveram a oportunidade de responder questões pontuais como: o que você ama? O que você teme? O que você carrega na bolsa?
Enquanto um rapaz tem a oportunidade de viajar há mais de nove anos de bicicleta pelo mundo, um garotinho de uns quatro anos, ao acordar todos os dias é lembrado pelo seu pai de dar um bom dia a sua mãe (que parece já estar morta).
Entre as variadas respostas fico com um senhor, que foi elencando tudo aquilo que ele amava. “Amo minha esposa, amo meus filhos, amo as árvores e acima de tudo, amo meu Criador”. Nisso eu concordo com ele. Neste mundo tão incerto, não sinto confiança em nada. Apenas no meu Criador, afinal é ele quem me sustenta e foi ele que me salvou, através do seu filho. Jesus Cristo, meu senhor.
O filme cumpre seu papel. É impossível assisti-lo e se mostrar indiferente. As histórias nos fazem refletir sobre a vida. As experiências nos deixam a mensagem que em várias ocasiões, o grande Steve Jobs, já falava: que tal ver a vida como uma surpresa? Um dia por vez? Não pare por aqui, agora é a sua vez, o que move a sua vida? Qual é o seu porto seguro?
Comuniquismo
Foi o nome escolhido para a Semana acadêmica de Comunicação Social, da Fasul. A semana aconteceu entre os dias 03 e 07 de outubro. As atividades realizadas foram palestras, bate-papos, oficinas, momento cultural. O site oficial do evento é http://www.comuniquismo.tk/
O aluno Marcos Scherer esteve à frente do projeto “momento cultural” e conta que a mostra de filmes foi um espaço onde os participantes tiveram a oportunidade de assistir e debater sobre os mesmos, aguçando a senso crítico dos futuros publicitários e jornalistas. Marcos fala sobre ‘a vida em um dia’, o último filme exibido e diz que foi chocante. “É uma quebra de padrões” comenta. O aluno relaciona também a importância das redes sociais que estão sendo tão discutidas no momento. “Este filme mostra como a rede social consegue interagir com o mundo todo”, finaliza.
Para obter mais informações, visite youtube.com/lifeinaday.
O Blog "Toca das Raposas" é uma produção dos acadêmicos do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Faculdade Sul Brasil - Fasul. O objetivo é arquivar o portfólio da turma. Fique a vontade para entrar no nosso mundo. E sinta-se bem com a linguagem "jornalês".
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
O comportamento do jornalista
por Patrícia Schulz
O jornalismo tem o poder de mudar a história de um país. É assim que se inicia a história do jornalista, Stephen Glass, retratada no filme "O preço de uma verdade". Uma das falas iniciais do personagem é esta: jornalismo é descrever comportamentos.
O filme retrata a história real de um jornalista em início de carreira que trabalha numa das principais revistas norte americana, “The new Republic”. O garoto tem um grande prestígio por ser muito novo e estar entre os principais colunistas da revista, posição que adiquiriu através de sua boa escrita, carisma com seus colegas de trabalho e bom relacionamento com seu editor.
Seu trabalho entra em conflito quando é descoberto por um jornalista que atua na mídia digital, provando que um dos seus artigos é falso. Durante as investigações descobre-se que na verdade 27 dos 41 artigos que publicara eram parcialmente modificados ou completamente inventados.
O filme traz uma grande reflexão para profissionais na área da comunicação, ao mostrar o papel fundamental da ética, da veracidade das fontes, da confiança entre colegas de equipe, da checagem de todos os dados. O longa baseado em fatos reais é uma ótima reflexão para quem é apaixonado por jornalismo.
Bate-papo
Esse momento cultural faz parte da semana do Comuniquismo e tem por finalidade fazer um debate a respeito de assuntos que cercam a comunicação. Segundo o estudante, Marcos Scherer, a ideia central surge do cine clube (pessoas que assistem filmes e fazem um diálogo a respeito do tema, das técnicas utilizadas). “Este é um momento de estudo mais descontraído que acaba favorecendo a integração dos acadêmicos”, afirma.
A estudante do 4º período de publicidade, Vanessa Berwanger, diz ter sido proveitosa a experiência do cine club. “Foi interessante ver a questão da ética, e como um jornalista conseguiu enganar toda uma equipe”, comenta.
O momento cultural tem continuação na tarde de amanhã, dia 05.
A partir das 14:30 estará sendo executado o filme: Obrigado por fumar.
O jornalismo tem o poder de mudar a história de um país. É assim que se inicia a história do jornalista, Stephen Glass, retratada no filme "O preço de uma verdade". Uma das falas iniciais do personagem é esta: jornalismo é descrever comportamentos.
O filme retrata a história real de um jornalista em início de carreira que trabalha numa das principais revistas norte americana, “The new Republic”. O garoto tem um grande prestígio por ser muito novo e estar entre os principais colunistas da revista, posição que adiquiriu através de sua boa escrita, carisma com seus colegas de trabalho e bom relacionamento com seu editor.
Seu trabalho entra em conflito quando é descoberto por um jornalista que atua na mídia digital, provando que um dos seus artigos é falso. Durante as investigações descobre-se que na verdade 27 dos 41 artigos que publicara eram parcialmente modificados ou completamente inventados.
O filme traz uma grande reflexão para profissionais na área da comunicação, ao mostrar o papel fundamental da ética, da veracidade das fontes, da confiança entre colegas de equipe, da checagem de todos os dados. O longa baseado em fatos reais é uma ótima reflexão para quem é apaixonado por jornalismo.
Bate-papo
Esse momento cultural faz parte da semana do Comuniquismo e tem por finalidade fazer um debate a respeito de assuntos que cercam a comunicação. Segundo o estudante, Marcos Scherer, a ideia central surge do cine clube (pessoas que assistem filmes e fazem um diálogo a respeito do tema, das técnicas utilizadas). “Este é um momento de estudo mais descontraído que acaba favorecendo a integração dos acadêmicos”, afirma.
A estudante do 4º período de publicidade, Vanessa Berwanger, diz ter sido proveitosa a experiência do cine club. “Foi interessante ver a questão da ética, e como um jornalista conseguiu enganar toda uma equipe”, comenta.
O momento cultural tem continuação na tarde de amanhã, dia 05.
A partir das 14:30 estará sendo executado o filme: Obrigado por fumar.
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