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terça-feira, 15 de novembro de 2011


A vida é feita de momentos!!

                                                                                               Divulgação

Por Jaqueline Galvão

Já sabia que vida de jornalista é corrida, que surgem imprevistos, mudanças de pauta e o corre corre não para por aí..Mas conviver com diferentes profissionais da imprensa, cada um com sua maneira, com suas curiosidades, com suas ideias pode ser surpreendente...Quando decidi ser jornalista era fascinada pela televisão, adorava produzir para a TV. Hoje no terceiro ano da faculdade estou encantada por outras áreas da profissão e quero poder fazer um pouco de tudo, até porque jornalista para ser completo precisa passar por todas as áreas e conhecer como  casa qual funciona.
Para ter seu diferencial aprenda com quem já esta na área, estude, aprimore técnicas, faça cursos, aprenda uma nova língua (mais que essencial), inove, tente, faça acontecer!!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

02 de novembro



Por Patrícia Schulz

O dia amanheceu como de costume, entretanto, para muitos hoje é um dia especial: o dia dos finados.  Familiares têm a oportunidade de relembrar entes queridos (às vezes, nem tanto) que já não estão mais aqui na terra.

Muitos estão preocupados com provas, trabalhos, lazer, festas, insônia, falta de amor e nem percebem a importância que este dia carrega, pois ao visitar um cemitério, vemos claramente que o nosso futuro é lá. E assim, sem o devido tempo para reflexão, as pessoas acabam esquecendo-se de quão importante é saber e ter uma esperança sobre o que te espera ao findar a sua vida aqui na terra.

Estamos com mais de 7 bilhões de seres-humanos habitando a terra, quantas pessoas já existiram e deixaram essa vida? Onde está todo esse povo? Cada ser carrega consigo uma crença, ou pelo menos deveria carregar.

Segundo minha mãe, a certeza da morte é a única afirmação que podemos fazer. Os mais familiarizados com a ciência podem até manter uma esperança de que um dia o ser humano vencerá a morte física. Eu fico com o entendimento que recebi: a fé na graça de Deus que, mediante o nascimento, morte e a ressurreição de Jesus Cristo tenho garantido a vida eterna. E um dia, ao ressuscitar terei todas as respostas que espero.

E você? Está preparado? Já sabe o que vai acontecer depois da sua peregrinação aqui na terra? Se ansiar por ensinamentos, pegue um exemplar da Bíblia Sagrada e leia, deixe o Espírito Santo atuar no seu coração, pois entre tantos mestres (Buda, médicos, pai de santo, filósofo), apenas um ser nos conforta com a certeza da salvação. Jesus Cristo.

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu único filho para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3.16.


 O Dia da Morte, pintura de William-Adolphe Bouguereau

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A felicidade fica para a velhice?

por Patrícia Schulz



Nascemos com vários sonhos. Vamos à escola, entramos na faculdade e chegamos ao tão concorrido mercado de trabalho. No momento em que descobrimos uma boa habilidade, deslanchamos. É aí que mora o perigo, descobrimos como é bom trabalhar e ganhar dinheiro, então, muitos se tornam escravos do tempo e das suas aspirações profissionais, que estão sendo moldadas.

Vamos descobrindo o tipo de sociedade em que vivemos e muitas vezes nem percebemos como acabamos deixando os nossos ideais de lado e nos atendo a novas maneiras de pensar, que nos levam a uma grande pressão interior.

Aí começam os problemas, a cada dia temos a impressão de que o tempo passa mais rápido, pois estamos aprendendo coisas novas e nos comprometendo sempre mais. Geralmente as pessoas colocam como principal a sua carreira profissional, deixando de lado sua família e amigos.
É nos fins de semana que os trabalhos da faculdade muitas vezes são produzidos, assim sendo, o dia do descanso praticamente não existe mais. A rotina vai ficando cada vez mais insustentável, e por que tudo isso? Alguns responderiam - É preciso ser o melhor. Será?

Acredito que não, a alegria de viver não pode ficar para a velhice, devemos aprender a dominar as nossas cobiças, sempre vai haver pessoas melhores que você. Por isso, tente equilibrar sua vida. Lembrando primeiramente da família, incluindo os estudos, o trabalho e o lazer. Todos esses itens podem fazer parte dos seus hábitos e assim a sua vida vai estar acontecendo, desde agora. Afinal, esperar a felicidade na velhice, só pode ser uma loucura.

sábado, 22 de outubro de 2011

Viva! Kadafi morreu!


por Débora Hoffmann

Muamar Kadafi está morto! Mesmo que alguém não goste de acompanhar a mídia e, notadamente, as notícias internacionais, os comentários acerca da morte do ditador líbio Muamar Kadafi não são segredos para ninguém.

Mas, deixando de lado um pouco a face jornalística desta notícia, me propus a analisar o comportamento dos seres humanos. Nas muitas manchetes em portais da internet, jornais, revistas, rádio e televisão que pesquisei, notei um sentimento comum a todos os meios. A alegria estampada no rosto dos rebeldes daquele país era evidente. Eles comemoravam a morte de um homem. Até aqui no Brasil, os líbios fizeram festa na portaria da embaixada em Brasília, conforme o site da revista Exame – editora Abril. Agora, o que me assusta não é propriamente a noticia, mas sim a reação que ela causou.

Crianças, jovens, adultos e idosos todos comemorando a morte de um ser humano. Mas aí alguém poderia me dizer: “mas Débora, ele matou muita gente, ele oprimiu um povo por mais de 40 anos, acabou com a vida de milhares de cidadão líbios”. Sim! E eu concordo com você. Muamar Kadafi não era um cidadão honrado, muito pelo contrário, ele é um criminoso que merecia punição exemplar.

Contudo, não posso fechar os olhos e fazer de conta que ele era apenas isto: um criminoso! Kadafi era um ser humano, gerado por uma mulher, com tudo o que qualquer ser humano tem, biologicamente falando. Inegavelmente, ele era uma pessoa.  Seu caráter estava deformado?! Sim! Ele era mau! Mas, isso nos dá o direito de matá-lo?! Afinal, quem é o proprietário da vida? Nós? Quem pode ter o poder de decidir se um homem deve morrer e viver?!
O que é pior: matar alguém ou comemorar a morte de alguém?!
Legenda: Crianças também foram a embaixada da Líbia em Brasília para comemorar a morte de Kadafi

Na fotografia que você vê acima, podemos ver uma criança, o ser mais puro, belo e lindo que existe no mundo, sorrindo. Seria maravilhoso, não fosse o motivo da sua alegria. A menina acima está comemorando a morte de um adulto. Com a sua atitude de rasgar a foto de Kadafi, ela demonstra toda a alegria de ter presenciado a morte de alguém que também já foi criança como ela. Ela é má então?! Penso que não, mas, como seu caráter está sendo formado? Ela comemora a morte de alguém que não é do seu convívio hoje. 

Mas, e amanhã? Será que ela “evoluirá” em sua atitude!
Hoje, fazemos de conta que tudo é válido. Muitos devem pensar: “Ele merecia morrer!” Mas eu pergunto... Com que autonomia poderemos reclamar amanhã de assassinatos, crimes de sangue, enfim, chacinas, se hoje, nós transformamos a vida humana em algo que pode ser tirado por qualquer um, desde que ele tenha uma justificativa que nós consideremos plausível?

Que Deus nos ajude a não tomar a mesma forma deste mundo, mas sim sofrermos uma metamorfose através da renovação do nosso entendimento, pois só assim conseguiremos entender a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para nossas vidas. (Romanos 12.2)


Conteúdo extraído no dia 21/10/2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ensino superior: Você nunca irá experimentar algo tão empolgante!


por Débora Hoffmann
Fazer faculdade! Esta é a decisão da maioria dos estudantes deste século. Mas, por quê?! Ficar rico, ter uma profissão, ter status de acadêmicos, participarem deste universo acadêmico que é símbolo de sabedoria para muitos, enfim, qual a finalidade?!

Os mais conservadores diriam: “Cursar uma graduação é o primeiro passo para quem quer ter uma carreira profissional de sucesso!”. Já as pessoas que tem gosto por teorizações (os filósofos) diriam: “O universo acadêmico traz experiências que nenhum outro lugar no mundo traz, isto faz as pessoas evoluírem!”

Mas, eu, um projeto de comunicadora, uma eterna aprendiz, uma apaixonada pela liberdade digo: “A faculdade, a graduação, ou qualquer outra nomenclatura que você queira dar nada mais é do que um planeta onde os habitantes aprendem teorias científicas, práticas profissionais e, claro, os prazeres de uma vida toda”.

Pode ser que você nunca mais tenha as atitudes de quando era um acadêmico, mas o sabor destas ações perdurará para toda a vida. Já o que você aprendeu, ah! Isso nem o tempo, nem pessoas, nem você mesmo conseguirá aniquilar!

Graduação: Para quem gosta de adrenalina, digo: “É um passo no escuro! Para quem gosta de tradição, digo: “É o primeiro degrau da sua escada!”Para quem gosta de tudo um pouco, digo: “É uma escalada – você irá ficar pendurado, mas sempre haverá um cordão de segurança!”.

domingo, 9 de outubro de 2011

Obrigação de diploma faz patrão por a mão no bolso




por Clóvis de Almeida Godoy

 Os proprietários de empresas de mídia são na grande maioria pessoas sem formação acadêmica, que atuam na área há muitos anos, ou filhos destes que herdaram o veículo sem ter cursado o jornalismo. Eles se sentem seguros com o “negócio” e não há por que se preocupar com os destinos do jornalismo, uma vez que estão adaptados às regiões que atuam, onde contam com colaboradores que escrevem conforme os interesses do órgão, da mesma forma que os “jornalistas” de suas redações, formados ao longo do tempo, uns com outros, quase que por osmose. Em meio à gente que tenta fazer jornalismo, há os que nunca passaram perto de uma faculdade, mas que são capazes de fazer melhor do que muitos bacharéis com diplomas, que sustentam um certificado como se esse lhes garantisse competência.

É natural que alguém sem formação acadêmica não exija o piso salarial, por mais capacitado que seja, e, é nessa lacuna que os patrões pretendem permanecer. Se por um lado o diploma é um caminho para a legalização da profissão, por outro não é nenhuma garantia de qualidade; infelizmente.

É preciso que o diploma seja um quesito necessário para o exercício do jornalismo, pois só assim chegaremos a uma posição sólida da profissão, mesmo que demore muitos anos para que isso aconteça. Se as faculdades não conseguem fazer talentos, os talentos acabam procurando as faculdades.

Muito se fala em exigir diploma, mas também é preciso exigir qualidade de ensino. De nada adianta cursos de comunicação com professores que não são do ramo. A teoria é muito importante, mas, sem o exemplo da prática cai-se num vazio que desilude o acadêmico e acaba por formar gente despreparada, que entrou no curso pelo glamour que a profissão representa, talvez achando que um dia será William Bonner ou Fátima Bernardes. A vida é cruel com os sonhadores sem talentos.

É muito importante sair da faculdade sabendo as normas, ética e quem são os principais autores que escrevem livros teóricos sobre jornalismo. Mas também é importante ir a campo com conhecimentos de como fazer perguntas aos entrevistados; pauta; montagem da lauda; onde e como colocar as informações de textos, fotos e legendas, para a redação saber o que o jornalista quer de sua matéria.

O programa ‘Profissão Repórter’ da Globo mostra o que um jornalista recém formado faz. É lindo ver que os novatos praticam a profissão em detalhes de tudo o que o jornalismo exige do profissional. Será que a Globo ensinou aqueles focas a utilizarem câmeras, ou eles aprenderam na faculdade? A resposta é: na faculdade. A grande pergunta então fica no ar: Quantas faculdades fornecem e ensinam o acadêmico a lidar com câmeras e softwares de edição? Lamentável essa parte, melhor pular...

Felipe Suhre é um dos contratados do programa. “Acho que o diferencial nessa profissão é a sua vivência, o seu olhar sobre o mundo, seu valores. Aprender a segurar um microfone e falar direito, qualquer um aprende. Sensibilidade para perceber o outro e os problemas, não se ensina”, declara ele em seu blog.

A velha máxima de que, quem faz a faculdade é o aluno só vale pela metade, porque, de nada adianta esse aluno se desdobrar em livros de teorias, se a prática tem que ser buscada por conta própria, nos estágios da vida. Se for para aprender no grande campo, onde chora menos quem pode mais, não precisa faculdade. Está na hora de acordar todo mundo. Vamos exigir diploma sim, mas também capacidade de ensinar das faculdades desorganizadas que não respeitam o aluno, levando o calendário letivo com “a barriga”, sem investir na estrutura de ensino. As horas perdidas em devaneios e permitidas por professores omissos só ganharão importância na hora em que o aluno deixar de ser acadêmico para ser mais um na fila de emprego, concorrendo a uma vaga nas redações do mundo. O mais lamentável de tudo é que quase todas as faculdades de jornalismo são pagas, e dinheiro de aluno não é capim, apesar de que alguns jovens acham que seus pais pagam seus cursos com verbas que caem do céu.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

REFLEXÃO NO CAMPUS


por Patrícia Schulz

Enquanto se está na faculdade buscando conhecimento, é comum que muitos alunos fiquem estressados e preocupados apenas com a profissão. Ao participar do Fórum Educom na Universidade Positivo em Curitiba na última semana, resolvi dar uma folguinha para mim mesma e passar pela universidade.

Ao caminhar pelo campus - o maior que já tive a oportunidade de conhecer - me chamou a atenção o templo que está concentrado no meio do lago que existe na universidade. Estava escrito: Qualquer que seja seu caminho, este é seu templo. O templo da paz.

Ao continuar a volta em torno do lago me deparei com uma das cartas mais bonitas e interessantes que eu já li. Foi escrita pelo Reitor , ela era bem extensa, então resolvi transcrever apenas uma parte: “O essencial é sermos capazes de compreender em profundidade, os valores eternos que não sofrerão modificação nos próximos 50 anos ou 50 séculos. Valores que governam a nossa instituição e que deverão também governar as nossas vidas, quando profissionais. É preciso colocar-se por inteiro na busca do saber, de corpo e alma. O indivíduo ético não quer gozo e riqueza à custa da infelicidade dos seus semelhantes. Não importa o que o ser humano faz e sim, o que ele é.

Assim, fica o convite, se você estuda na Universidade vale a pena dar uma voltinha pelo campus e aos que um dia tiverem a oportunidade de conhecer a Positivo, não deixem de dar uma volta pelo belíssimo local e assim terem a chance de aprender lições que podem transformar uma vida para sempre.






quinta-feira, 22 de setembro de 2011

OPINIÃO



                                 Divulgação
por Débora Hoffmann


Olá Pessoal!

Gostaria de compartilhar com vocês algo que me ocorreu há alguns dias. Como graduanda do 3º ano de jornalismo, ainda tenho muita coisa a aprender. Mas não precisa nem ter formação acadêmica para perceber alguns disparates que a nossa amada mídia comete.

Como trabalho e pretendo me perpetuar na área da comunicação social, especificamente no jornalismo, tenho autonomia para elogiar, observar e, claro, criticar o trabalho dos meus colegas de profissão que atuam por aí. Mas, sem mais embolação, vamos ao assunto.

Observe a seguinte manchete:
Evangélicos vão à Parada Gay para tirar homossexuais do 'mau caminho'

Caso queiram verificar, segue ai o link:

(http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/06/26/evangelicos-vao-a-parada-gay-para-tirar-homossexuais-do-mau-caminho.jhtm) - 26/06/2011 - 15h16


Logo, a primeira vista, percebi um erro imperdoável do jornalismo: a agenda oculta, que nada mais é do que a intencionalidade que há por detrás das notícias publicadas. É claro que não há como ser 100% neutro nas informações, até porque antes de sermos profissionais, somos seres humanos, sociais e afetivos, e mesmo que haja a vontade de ser neutro é impossível cumprir com este requisito. Contudo, isso não nos dá abertura para, como perdão da expressão, "deitar e rolar". Toda profissão tem um código de ética moral para ser seguido e, com nós jornalistas não é diferente.

Considerei a manchete da referida notícia um total ataque as técnicas honradas do jornalismo puro e democrático. E digo isto, pois aprendi, não com leigos, mas com autoridades do jornalismo que: ridicularizar uma pessoa ou uma classe de pessoas é o maior crime que podemos cometer em nosso trabalho jornalístico. É notável a sátira na manchete em apreço. Publicar que evangélicos vão à parada gay com o intuito de tirar os homossexuais do seu caminho é uma sentença ignorante e vexatória.

Nenhum cristão, católico ou evangélico, tem intenção de "resgatar" os homossexuais. O que lhes é ensinado, e feito, são uma exposição da posição de Deus e sua bendita Palavra, a Bíblia Sagrada. Todo cristão sabe que o ÚNICO que tem o poder de "tirar os homossexuais do seu mau caminho" é Deus. A nós cabe a obrigação de fazer Deus ser conhecido de todos, inclusive dos que praticam o homossexualismo.

A tese de que a intenção dos evangélicos era tirar os homossexuais do seu mau caminho, como diz a manchete também é rebatida pelo próprio entrevistado, confira o texto:


 “Aqui é um momento de diversão passageira, vazia. É uma alegria repleta de vícios, bebida e sexo livre. Depois que passa tudo isso, o que fica? A frustração. A verdadeira alegria é Jesus”, disse Ivo Navarro, 44. "

O foco da atitude de ir a campo e resgatar almas para o reino de Deus é claramente visto nesta entrevista dada. Libertar homossexuais?! Não!!!!!!! Apresentar a verdadeira alegria - JESUS.

Enfim, sem mais delongas, deixo registrado aqui o meu lamento, por este grave erro que, infelizmente, dominou grande parte dos meios de comunicação do nosso país.

Não preciso justificar-me, mas, só para "descarrego de consciência", tenho amigos gays, lésbicas, não sou homofóbica, graças à Deus!!! Mas não concordo com esta prática, e pronto!

Não tenho laços com pessoas que são preconceituosas. Não gosto de discriminação, seja qual for ela, desde cor, etnia, grau econômico e opção sexual. Mas de uma coisa eu não abro mão: Liberdade de pensamento, expressão e crença é um direito basilar de todos.

É triste, mas hoje, é assim que enxergo o meu país: Amordaçado...ninguém pode falar mais nada, pois se assim o faz, é tachado de preconceituoso.

"Um dia eles chegam à porta de nossa casa e timidamente olham nosso jardim, e não fazemos nada; no dia seguinte entram em nosso quintal, colhem nossas flores, vemos, e não fazemos nada; até que por fim entram em nossa casa, roubam nossos bens, nossas mulheres, nossos filhos, e aí já não podemos mais fazer nada..." (Maiakovski).

sábado, 17 de setembro de 2011

O VALOR DA SEMANA ACADÊMICA


Patrícia Schulz
A dieta continua, trouxe uma maça para comer às 10 horas, porque assim não ganho tanta fome no almoço. Quem é o seu melhor amigo? Ao ouvir estas frases e ver um monte de gente dialogando sobre assuntos que em primeiro momento nos parecem tão simples, pensei: o que foi que eu vim fazer aqui? Mas isso foi só o começo, assim que o 1° Fórum Paranaense sobre educomunicação teve início, cada momento foi um grande aprendizado.
Fui a Curitiba para aprender um pouco sobre esse termo que eu só havia escutado uma vez nas aulas de tópicos avançados em jornalismo impresso. Mas assim que cheguei lá, tive a oportunidade de participar da semana acadêmica organizada pelos alunos de comunicação da faculdade Positivo e desde já quero parabenizar aos organizadores do educom e da semana acadêmica, porque os eventos foram muito bem organizados.
Ao ter a chance de participar dois dias de uma rotina diferente da que vivenciamos aqui na faculdade fasul, pude perceber que em todos os lugares existem os mesmos desafios para se obter uma graduação com qualidade. E já que nesta semana foram postados em vários perfis da nossa turma, sobre a importância de fazermos o melhor com aquilo que nós temos. Quero chamar a todos os acadêmicos para se engajar na nossa semana acadêmica, porque as oficinas, debates, bate-papos, vão ser bons se houver quem participe, porque cada um tem um pouco para contribuir.
Durante a estadia em Curitiba acompanhei várias ações desenvolvidas dentro da Universidade Positivo, e aos poucos vou postar aquilo que achei mais interessante. Vi crianças de 8 anos manuseando câmeras, fazendo entrevistas; acadêmicos que pautam, gravam e editar suas matérias; pessoas preocupadas com a sociedade; professores amigos de alunos. Enfim, tudo aquilo que podemos fazer aqui também se for da nossa vontade.
Que todos tenham um ótimo final de semana e boa semana de provas.