quarta-feira, 21 de setembro de 2011

MOSTRA DE TRABALHOS SOBRE EDUCOMUNICAÇÃO


O 1° Fórum sobre educomunicação seguiu na manhã do dia 16 de setembro e neste dia, pesquisadores, professores e alunos tiveram a chance de mostrar seus trabalhos e assim dialogar sobre os novos caminhos da educomunicação.

Os programas, projetos e pesquisas que foram apresentados eram de muita qualidade. Foi destacado que os melhores trabalhos são aqueles em que há um envolvimento de pessoas diferentes.

Os artigos estão disponíveis no site:
http://forumeducom.com.br/?page_id=16%3E

MOSTRA DE TRABALHOS SOBRE EDUCOMUNICAÇÃO


O 1° Fórum sobre educomunicação seguiu na manhã do dia 16 de setembro e neste dia, pesquisadores, professores e alunos tiveram a chance de mostrar seus trabalhos e assim dialogar sobre os novos caminhos da educomunicação.

Os programas, projetos e pesquisas que foram apresentados eram de muita qualidade. Foi destacado que os melhores trabalhos são aqueles em que há um envolvimento de pessoas diferentes.

Os artigos estão disponíveis no site:
http://forumeducom.com.br/?page_id=16%3E

PARANÁ REALIZA FÓRUM SOBRE EDUCOMUNICAÇÃO




Na última semana a capital do Paraná, Curitiba, foi contemplada com o Educom, evento que reuniu, professores, jornalistas, alunos, e comunidade em geral que trabalham a questão da educação associada com os meios de comunicação.

Segundo o diretor, Douglas Moreira, do Ciranda  - Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência, organizador do evento, o educom teve como objetivo disponibilizar um espaço para diálogo e troca de ideias entre os educomunicadores. “Este evento trouxe reflexão, novas perspectivas e estratégias para a área”, afirma o diretor.

Mas afinal o que é essa tal educomunicação?

Em palavras simples pode-se dizer que educomunicação é a discussão de como ter educação para consumir e produzir mídia, ou seja, não apenas ensinar aos alunos o uso de aparelhos midiáticos e sim relacionar a vida deles com o mundo e, com isso, auxiliar no processo de aprendizagem.

O jornalista, professor, educomunicador Ismar de Oliveira Soares é citado por muitos teóricos como o primeiro a usar o termo de educomunicador no Brasil. O professor foi convidado a proferir uma palestra sobre o tema. Na oportunidade, ele opina que em 10 anos haverá projetos de educomunicação em todas as escolas do país. Soares também ressalta a necessidade que os profissionais que pretendem trabalhar com a educomunicação precisam ter, destacando a mais importante: domínio a respeito das tecnologias utilizadas. Sobre como incorporar a educomunicação junto às escolas, ele deixa a dica: “Sorria e seduza, este é o caminho”.

O 1° Fórum de educomunicação contou ainda com mesa-redonda, diversas oficinas e espaço para apresentação de trabalhos. Os professores, alunos e jornalistas tiveram a oportunidade de conhecer trabalhos diferenciados dos que eles já vinham executando e também aprender nas oficinas um pouco mais sobre os recursos da mídia. Tudo para que a cidadania seja exercida da melhor forma e assim criar uma sociedade mais crítica e informada.

Mais informações você encontra em
http://forumeducom.com.br/

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O QUE É JORNALISMO?

por Patrícia Schulz

O jornalismo está presente no cotidiano de todas as pessoas. Ele pode chegar até você através da TV, rádio, impresso, internet entre outros. Neste mundo tão globalizado e ao mesmo tempo segmentado o que você entende por jornalismo?

Aqui vão algumas opiniões de estudantes que estão se preparando para entrar no mundo das notícias:

“É a vida social. Se você não se comunica, você não existe”. Isabella Mayer. Estudante do 4° período de jornalismo da Universidade Positivo.

“É a produção da notícia”. Larissa Beffa. Estudante do 4° período de jornalismo da Universidade Positivo.

“Muita correria. É necessário ter um espírito de doação. Trabalhar para os outros. É preciso gostar e jamais perder este espírito”. Paula Mischizima. Estudante do 4° período de jornalismo da Universidade Positivo.

“Ele é um pauteiro dos assuntos da sociedade e por isso ele tem uma grande carga no comprometimento de passar informações de qualidade”. Estudante do 4° período de jornalismo da Universidade Positivo.
E para você, o que representa o jornalismo? você já parou para pensar o que é notícia? Por que elas são como são? Deixe seu recado...

sábado, 17 de setembro de 2011

O VALOR DA SEMANA ACADÊMICA


Patrícia Schulz
A dieta continua, trouxe uma maça para comer às 10 horas, porque assim não ganho tanta fome no almoço. Quem é o seu melhor amigo? Ao ouvir estas frases e ver um monte de gente dialogando sobre assuntos que em primeiro momento nos parecem tão simples, pensei: o que foi que eu vim fazer aqui? Mas isso foi só o começo, assim que o 1° Fórum Paranaense sobre educomunicação teve início, cada momento foi um grande aprendizado.
Fui a Curitiba para aprender um pouco sobre esse termo que eu só havia escutado uma vez nas aulas de tópicos avançados em jornalismo impresso. Mas assim que cheguei lá, tive a oportunidade de participar da semana acadêmica organizada pelos alunos de comunicação da faculdade Positivo e desde já quero parabenizar aos organizadores do educom e da semana acadêmica, porque os eventos foram muito bem organizados.
Ao ter a chance de participar dois dias de uma rotina diferente da que vivenciamos aqui na faculdade fasul, pude perceber que em todos os lugares existem os mesmos desafios para se obter uma graduação com qualidade. E já que nesta semana foram postados em vários perfis da nossa turma, sobre a importância de fazermos o melhor com aquilo que nós temos. Quero chamar a todos os acadêmicos para se engajar na nossa semana acadêmica, porque as oficinas, debates, bate-papos, vão ser bons se houver quem participe, porque cada um tem um pouco para contribuir.
Durante a estadia em Curitiba acompanhei várias ações desenvolvidas dentro da Universidade Positivo, e aos poucos vou postar aquilo que achei mais interessante. Vi crianças de 8 anos manuseando câmeras, fazendo entrevistas; acadêmicos que pautam, gravam e editar suas matérias; pessoas preocupadas com a sociedade; professores amigos de alunos. Enfim, tudo aquilo que podemos fazer aqui também se for da nossa vontade.
Que todos tenham um ótimo final de semana e boa semana de provas.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Bipolaridade: da euforia a uma depressão profunda




Patrícia Schulz

Você já se sentiu completamente feliz, achando que o mundo estava de portas abertas para você, que podia fazer qualquer coisa, pois tudo daria certo, e logo depois sentiu uma grande tristeza? Esse é um dos principais sintomas da bipolaridade, que é um transtorno de humor que atinge muitos jovens. Entretanto, nem todas as pessoas que possuem alguns dos seus sintomas sofrem realmente com esta doença, pois muitos destes indícios são normais, e eles aparecem em virtude daquilo que vai acontecendo na vida de cada um. Mas então, o que caracteriza esta enfermidade? Existe cura? Quais os tratamentos indicados?
Segundo o médico psiquiatra Thiago Lemos Ribeiro da Silva, 32, a bipolaridade é uma alteração muito expressiva no humor do indivíduo. “Quando a pessoa possui a doença, ela já não consegue mais trabalhar, fica muito agitada, fala alto.” De acordo com o médico outros sintomas são visíveis nesse paciente. “O paciente portador desta enfermidade oscila entre fases de equilíbrio emocional, fases em que está deprimido e outras em que fica eufórico. Nem todos passam por todas as fases, alguns acabam apresentando apenas um pólo da doença, esses são chamados de unipolar”.

Características
Quando se está com o humor deprimido, o sujeito tende a ficar isolado, não conversa com ninguém, não quer sair de casa. Já na fase eufórica, ele acaba se expondo demais, colocando-se muitas vezes em posições perigosas. “A libido sexual pode aumentar, e assim a pessoa pode acabar fazendo algo que vá contra seus princípios”, ressalta o psiquiatra.
O especialista comenta que é comum durante as crises que pacientes tenham alucinações. “Certa vez, um doente que eu tratava, quase comprou um avião”. Quando se está sofrendo um surto à pessoa pode acreditar ser super poderosa, e vir a criar um mundo fictício.
É importante procurar um médico psiquiatra quando se está com dúvidas. “Muitos pacientes chegam a cometer loucuras, através de seus delírios. Além disso, cada crise pode representar a morte de muitos neurônios”, comenta o médico.

Diagnóstico
Não existe exame para identificar a doença. O paciente precisa conversar com um médico que analisará todo o histórico do indivíduo para detectar se há ou não a presença da doença.
Muitos sentem vergonha em procurar ajuda de um psiquiatra. O médico Thiago Silva conta que este preconceito não precisa existir. “Grande parte das pessoas que consultamos não sofrem com distúrbios mentais. A maioria dos pacientes que procura um especialista sofre com ansiedade ou depressão”.

Juventude
Esta patologia é na verdade da juventude. Segundo o médico normalmente as primeiras crises ocorrem até os 25 anos, após essa idade é raro apresentar a doença.
Os fatores para o desenvolvimento da patologia são hereditários, mas podem ser agravados dependendo da vida de cada indivíduo. O excesso do estresse, a má alimentação e a falta de sono regular podem fazer com que a enfermidade se desenvolva.

Superação
Para o controle da bipolaridade é necessário o uso de medicamentos, que muitas vezes são disponibilizados nos postos de saúde. “Um exemplo é o lítio, que atua muito bem nos doentes. Este remédio tem disponível na farmácia popular do governo”, destaca o psiquiatra.
“Não existe cura, porém com o tratamento o paciente pode levar uma vida normal, através da medicação conseguimos controlar todos os sintomas. Quase 100% dos pacientes respondem bem ao tratamento”, enaltece.
Como vimos, esta doença pode ser totalmente controlada, e assim o portador consegue levar uma vida normal. O uso dos remédios é bastante importante, e segundo o médico estar envolvido em alguma atividade ajuda o paciente. “Está comprovado que a fé ajuda na recuperação”, finaliza.


                                                                                            

domingo, 22 de maio de 2011

Carnaval abre alas ao lazer

                                                                           Divulgação
 por Jaqueline Galvão


      Alegria misturada ao samba, fantasias com brilho, arte e glamour compõe as festas carnavalescas no Brasil, embaladas na grande maioria, pelas famosas marchinhas de compositores consagrados como João Roberto Kelly e Roberto Faissal, de 1963 que segue até hoje.

“Olha a cabeleira do Zezé
Será que ele é
Será que ele é

Será que ele é bossa nova
Será que ele é Maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é

Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!”

      É neste cenário que em Marechal Cândido Rondon, na década de 80, foram realizados os primeiros bailes de Carnaval. A partir de então, cada ano iam surgindo novos adeptos desta festa popular.  Novos blocos se formavam e a festa ganhava repercussão regional, vários foliões de outras cidades se deslocavam a Rondon para participar do Carnaval que durava cinco dias, assim como emissoras de televisão que “cobriam” o evento, considerado por muitos como o melhor carnaval do oeste daquele tempo.
     Quem lembra muito bem desta época é o ex-vice presidente do Clube Concórdia, Victor Hugo Borgmann, 62, saudoso do tempo que viveu esta festa. “Os blocos como ‘Os Três Fazendas’ era de uma geração mais nova que a minha, eles pulavam a noite inteira e no outro dia iam jogar bola. Já a minha geração ia dormir, porque não podia faltar nenhum dia. Era uma competição. Se você se propusesse a receber os benefícios do clube você tinha que comparecer,” e acrescenta, “na primeira noite não bebia nada, ao contrário, ia à casa de um amigo, tomava um prato de sopa bem reforçado e seguia para a festa. Agora, na última noite...eu aproveitava’’.
     Já para o atual presidente do Clube Concórdia, Gilson Pacheco, 65, que foi Rei Momo nos três primeiros carnavais de Rondon, revela ser um verdadeiro apaixonado por esta festa popular e conta que ficou triste ao notar que o Carnaval perdeu suas origens iniciais. “Todo ano tinha um pré – carnaval onde era escolhida uma rainha. É uma pena que hoje não tenha mais o Carnaval com marchinhas e sambas. Sem medo de errar, posso dizer: não havia carnaval igual ao nosso... cinco noites, duas matinês...tudo regado com muita alegria. Na primeira noite, os blocos partiam para as ruas, o prefeito entregava a chave da cidade para o Rei Momo e este ficava então cinco dias comandando a cidade”. Gilson destaca que o evento era sensacional, durou mais de uma década e deixou saudade.
    A terceira rainha do Carnaval em Marechal Cândido Rondon, Sandra Regina Hoffmann, 47, descreve com entusiasmo o momento que viveu: “eu pude representar a alegria, a diversão e samba no pé. Quando você anima uma festa, contagia a todos. O carro chefe do nosso evento eram as marchinhas, pra mim carnaval sem marchinha é como macarrão sem queijo. Sempre digo: que bom que vivemos este período!”
    O Carnaval representa não só tradições e costumes de um povo, mas também retrata a vida na sua simplicidade. Ë uma época que cada um escolhe como quer aproveitar, se vai cair na folia ou viajar, se vai descansar ou passear. Valdecir Vitalli, 47, trouxe a família para conhecer um dos pontos turísticos da cidade: vim para a prainha de Porto Mendes para descansar, sair da rotina. Assim como ele milhares de pessoas aproveitam este feriado ao ar livre para curtir a família, passear com os amigos ou simplesmente aliviar o stress do dia a dia.
      Há muitos jovens que gostam da festa brasileira mais popular do país, como também tem aqueles que não curtem a folia.  As acadêmicas do curso de Pedagogia da Faculdade Sul Brasil – Fasul, Amanda Moreira, 19, Jeiza Miller, 24, Claudenice Oro, 28, e Daiane Probst, 17, gostam do feriado, mas não freqüentam as festas carnavalescas por não haver atrações que despertam o interesse para participar. “O carnaval nada mais é do que a expansão da cultura do povo de cada estado brasileiro, principalmente das regiões sudeste e nordeste. Nesta época procuram expressar seus costumes através da dança, aqui, em grande parte da região sul esta tradição se perdeu. Acredito que deveria ser resgatado este hábito por meio do ensino nas escolas,” enfatiza Daiane.
     As atuais festas carnavalescas, na região oeste, perderam suas origens iniciais. Talvez por não haver uma identidade cultural definida para manter esta tradição. Hoje, à mistura de todos os ritmos, principalmente do sertanejo universitário. Para a acadêmica de Administração da Faculdade Luterana Rui Barbosa - Falurb, Juliana Maria Brancher, 24, o que a atrai é a animação da festa. “Os jovens de hoje preferem o carnaval que tem nas prainhas, com música eletrônica e sertaneja”.
     0Em Marechal Cândido Rondon a alegria do carnaval ao som das marchinhas terminou. Hoje, muitos jovens e universitários se concentram nas prainhas da região e participam de festas ao estilo universitário. As marchinhas e sambas ficaram na lembrança daqueles que participaram do Carnaval da década de 80.