O Blog "Toca das Raposas" é uma produção dos acadêmicos do curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo da Faculdade Sul Brasil - Fasul. O objetivo é arquivar o portfólio da turma. Fique a vontade para entrar no nosso mundo. E sinta-se bem com a linguagem "jornalês".
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
O que são os direitos humanos?
Na faculdade vemos o grande papel social do jornalismo e do jornalista. Sociedade é formada por pessoas, e essas pessoas possuem os direitos humanos, mas você saberia definir o que são esses direitos??
Se ficou sem uma resposta completa vale a pena ver este vídeo...
http://ultimato.com.br/sites/jovem/2011/11/25/o-que-sao-os-direitos-humanos/#
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
João Saulo, uma história de amor e títulos no basquete
“Nós formamos uma equipe e jogamos como tal”
Por Patrícia SchulzApós três dias chuvosos nos 54º Jogos Abertos do Paraná, o sol saiu timidamente hoje (15/11). Já a equipe de Maringá estreou sem timidez nenhuma, e sim, com a mão direita no torneio de basquete masculino da divisão A. A vitória em cima de Londrina foi grande e mostrou o bom grupo que Maringá trouxe para os JAP´s: 118 a 41 contra Londrina.
Segundo o técnico da equipe, João Saulo Teixeira, 52, o segredo de Maringá é a disciplina e o compromisso com o basquete. Ele conta que durante as competições os atletas levam vida regrada, não bebem e nem saem muito. “O nosso foco é o título, para ser campeão é preciso abdicar algumas regalias, com o título a cerveja desce mais doce”, completa. Outro diferencial é que no time de Maringá nenhum jogador é estrela, “Nós formamos uma equipe e jogamos como tal”.
Compromisso com o basquete
O técnico que está à frente da equipe de Maringá há nove anos possui história inspiradora. Começou a dirigir o primeiro time de basquete aos 17 anos na cidade de Cambé, na região metropolitana de Londrina. De lá para cá são muitas equipes e muitos títulos conquistados.
Quando menino jogou diversos esportes - futsal, atletismo, xadrez e inclusive basquete. “a minha paixão sempre foi o basquete, mas, não tinha habilidades especiais, eu era um jogador mais de equipe”. A receita do sucesso é gostar daquilo que se faz. “Treinador de basquete precisa ser batalhador, é uma profissão muito gratificante”.
Títulos
A humildade no falar esconde os mais de 20 títulos que coleciona só nesta competição (JAP´s), “Conquistei com as minhas equipes, não tenho certeza se foram 29 ou 30 títulos nos Jogos Abertos, no masculino e feminino. Outra marca são os 15 anos que estive com minhas equipes na final dos Abertos, isso em 15 anos consecutivos”. O técnico já atuou nas equipes de Foz do Iguaçu, Cascavel, Castro, Londrina, Maringá, e Cambé.
Equipe atual
João Saulo gosta de falar sobre seus atletas atuais e frisar que com exceção de um jogador, todos os outros são nascidos em Maringá. “Não temos nenhum jogador de fora”.
Muitos apostam no favoritismo de Maringá para o título, mas o técnico foi categórico neste assunto. “Não existe isso de uma equipe já estar com o título ganho, todas tem qualidade e podem surpreender durante a competição, a briga vai ser boa com certeza”, enfatiza.
Essa opinião é compartilhada pelo atleta do Maringá, Juninho Faleiro, que é um dos armadores do grupo. Ele diz que não existe favoritismo aqui. “Se a conjunto quiser ganhar precisa jogar, não é a camisa que vai ganhar o título e sim o empenho dos jogadores”.
Lição de Vida
É preciso ter consciência que o principal do esporte não pode ser apenas o título. “Sem dúvida uma coisa muito importante é o encaminhamento que damos aos atletas, a diferença do esporte é percebida na vida”. O técnico fala a respeito da disciplina que os atletas aprendem através dos treinamentos. “Temos casos de atletas que tinham tudo para se tornarem bandidos e que através do basquete tiveram oportunidade de ter uma vida digna, nossos atletas agradecem por isso, isso me emociona e é gratificante”.
Federação Paranaense de Basquete
João Saulo Teixeira e Juninho Faleiro, histórias de títulos e amizade
Ao ser questionado sobre a Federação Paranaense de Basquete ele diz que a atuação da entidade melhorou. “Ainda temos um caminho árduo pela frente, não só a Secretaria Esporte, mas a própria NBB. É preciso que haja mais incentivo da federação para o esporte”.
Laços de vida
A relação entre atleta e técnico vai além das quadras. “Tenho amizade com os jogadores”. Após as competições ele confessa que fazem churrascos juntos e que se divertem bastante.
O técnico diz que durante o treinamento os atletas fazem “caixinha”, que serve para arrecadar fundos para as festas da equipe que são abertas para toda a família dos atletas. “Ao errar uma cesta, chegar atraso, o jogador deixa um valor na caixa”.
Segundo, Juninho Faleiro, o técnico dentro de quadra é extremamente trabalhador, exigente, disciplinador; “Ele está sempre querendo buscar o melhor de cada atleta”. Fora da quadra Juninho relata que Saulo é um amigão, extremamente companheiro. “Acredito que este seja o sucesso de João Saulo, unir a disciplina, o trabalho e o compromisso”.
Fotos: Marco Aurélio
Bolão conquista cada vez mais espaço
Por Jaqueline Galvão
Bolão é uma modalidade que pode ser jogada por qualquer pessoa. Nos Jogos Abertos do Paraná o bolão foi disputado em duas divisões, A e B, nas categorias femininas e masculinas, com até 12 competidores, 8 titulares e 4 reservas. Na Divisão B foram 8 equipes divididas em 2 grupos de 4. Na Divisão A, 6 equipes com grupo único. Em 4 pistas, cada jogador joga 5 bolas, totalizando 20 jogadas. O número máximo de pontos a ser atingidos é 180 com até 9 pinos por jogada. A idade mínima permitida para competir é 18 anos podendo ter 2 atletas com 17 anos.
Para o coordenador da arbitragem da Federação Paranaense de Bolão, Vilson Kupczik, o bolão é uma modalidade praticada em família. “Você deve jogar bolão porque gosta, por lazer. Com os Jap’s os competidores se destacam, ganham espaço, além dos jogos movimentarem toda a economia local”.
O supervisor da modalidade de bolão, Derblay França Ferraz, destaca que para jogar precisa de técnica e concentração. “O bolão, assim como outros jogos, tem suas regras. É um esporte que requer muita calma e foco do jogador, ponto a ponto é disputado”, conclui Ferraz.
Já para o presidente da Federação Paranaense de Bolão, Flávio José Kroth, existem muitas coisas que precisam ser melhoradas, mas ressalta que hoje a Federação tem estrutura para atender os adeptos da modalidade, além de poder investir na categoria.
Kroth ainda destaca que a Federação Paranaense de Bolão está em contato com a Secretaria do Esporte do Estado para que seja aumentado o número de equipes participantes do bolão nos Jap’s, e para que as equipes que se classificarem em 1.º e 2.º lugares sejam liberadas das regionais, apenas competir a final dos jogos.
Foto: Vinicius Moraes
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Angolana participa dos Jogos Abertos e diz ter impressão positiva do povo brasileiro
Por Patrícia Schulz
O ginásio já contava com vários torcedores esperando o jogo entre Itaperuçu – cidade da região metropolitana de Curitiba, e Londrina - norte do Paraná. Foi nos momentos que antecederam este jogo que tive a oportunidade de conversar com mais uma atleta. Os olhos da jogadora de vôlei Ana Maria de Almeida Troso, que é natural de Angola e está participando dos 54° Jogos Abertos do Paraná, em Toledo, começaram a brilhar um pouco mais, e não demorou muito para cair uma lágrima. E ela falou: “Estou dividida, amei vir para o Brasil, mas agora já estou me formando na faculdade e voltando para meu país, meu coração está doendo”.
Ana Maria veio para o Brasil estudar jornalismo há quatro anos e no início deste procurou a equipe de Itaperuçu, que tem sua sede de treinamentos na cidade de Curitiba. Segundo o técnico André Miranda, desde o início dos treinamentos, a atleta mostrou muita força de vontade. “É impressionante ver o anseio que ela tem de aprender”.
Colega de equipe e amiga
Ana passa a impressão de ser alegre, amiga, companheira e muito carismática. Segundo a colega de equipe Tatiana Moreira, as qualidades da amiga Angolana são muitas. “Ana é uma pessoa muito legal, animada, carinhosa com o grupo, sempre brincando e animando o pessoal”.
Durante os jogos a companheira Tatiana diz que Ana é bastante esforçada e que joga bem. Tatiana comenta que a equipe de Itaperuçu já estava formada quando Ana chegou, e que ela treinou bastante e está jogando muito bem. “Ana teve facilidade em se integrar com nossa equipe, tanto na quadra como fora”.
Culturas diferentes
Angola é um país que tem características bem diferentes do Brasil, as pessoas lá são próximas uma das outras, não existe espaço para o individualismo. De acordo com André Miranda, essa cultura de espírito de família esteve sempre com Ana, “desde o primeiro contato com Ana, percebemos que ela busca fazer o melhor para o grupo, se adaptando ao ambiente e às pessoas de forma muito fácil”.
Sobre o Brasil, a angolana tece elogios. “Desde criança escuto: brasileiro é samba, futebol e prostituição”. Ela diz, porém, que após ter conhecido o Brasil, ela não vê mais isso. “É claro que tem prostituição, carnaval e samba, mas existem também pessoas de coração que se preocupam com família. A nossa própria equipe é uma família”.
Ao conversar com pessoas que não conhecem o Brasil, Ana diz que sempre defende o país quando alguém o critica colocando apenas esses estereótipos. E essa defesa não é de alguém que apenas ouviu falar algo a respeito do país e sim de alguém que conheceu o Brasil de perto.
Ideologia de vida
O técnico fala que a atleta no momento se preocupa muito com a equipe de vôlei e que o objetivo dela é voltar para Angola e ensinar tudo que aprendeu para seus conterrâneos. “Ela não é individualista, o aprendizado não fica com ela, ela passa tudo”. Ele acrescenta que isso vem da cultura angolana e finaliza dizendo que o povo angolano tem muita vontade de ensinar tudo que aprende. “Isso é da cultura dela, proliferar o bem, ela é filantrópica”.
A jogadora Flavia Wiedmer revela que apesar de o técnico não ter citado nada a respeito dele, ele já é um grande exemplo para todo o grupo de Itaperuçu. “São 15 anos que ele está à frente da equipe sem receber nada. O trabalho que ele faz conosco é por puro amor ao vôlei”.
Equipe mostra que além de jogar juntas, a amizade delas demonstra que todas juntas formam um espírito de família.
O ginásio já contava com vários torcedores esperando o jogo entre Itaperuçu – cidade da região metropolitana de Curitiba, e Londrina - norte do Paraná. Foi nos momentos que antecederam este jogo que tive a oportunidade de conversar com mais uma atleta. Os olhos da jogadora de vôlei Ana Maria de Almeida Troso, que é natural de Angola e está participando dos 54° Jogos Abertos do Paraná, em Toledo, começaram a brilhar um pouco mais, e não demorou muito para cair uma lágrima. E ela falou: “Estou dividida, amei vir para o Brasil, mas agora já estou me formando na faculdade e voltando para meu país, meu coração está doendo”.
Ana Maria veio para o Brasil estudar jornalismo há quatro anos e no início deste procurou a equipe de Itaperuçu, que tem sua sede de treinamentos na cidade de Curitiba. Segundo o técnico André Miranda, desde o início dos treinamentos, a atleta mostrou muita força de vontade. “É impressionante ver o anseio que ela tem de aprender”.
Colega de equipe e amiga
Ana passa a impressão de ser alegre, amiga, companheira e muito carismática. Segundo a colega de equipe Tatiana Moreira, as qualidades da amiga Angolana são muitas. “Ana é uma pessoa muito legal, animada, carinhosa com o grupo, sempre brincando e animando o pessoal”.
| Meninas da equipe de Itaperuçu se preparam para entrar em quadra |
Durante os jogos a companheira Tatiana diz que Ana é bastante esforçada e que joga bem. Tatiana comenta que a equipe de Itaperuçu já estava formada quando Ana chegou, e que ela treinou bastante e está jogando muito bem. “Ana teve facilidade em se integrar com nossa equipe, tanto na quadra como fora”.
Culturas diferentes
Angola é um país que tem características bem diferentes do Brasil, as pessoas lá são próximas uma das outras, não existe espaço para o individualismo. De acordo com André Miranda, essa cultura de espírito de família esteve sempre com Ana, “desde o primeiro contato com Ana, percebemos que ela busca fazer o melhor para o grupo, se adaptando ao ambiente e às pessoas de forma muito fácil”.
Sobre o Brasil, a angolana tece elogios. “Desde criança escuto: brasileiro é samba, futebol e prostituição”. Ela diz, porém, que após ter conhecido o Brasil, ela não vê mais isso. “É claro que tem prostituição, carnaval e samba, mas existem também pessoas de coração que se preocupam com família. A nossa própria equipe é uma família”.
Ao conversar com pessoas que não conhecem o Brasil, Ana diz que sempre defende o país quando alguém o critica colocando apenas esses estereótipos. E essa defesa não é de alguém que apenas ouviu falar algo a respeito do país e sim de alguém que conheceu o Brasil de perto.
Ideologia de vida
O técnico fala que a atleta no momento se preocupa muito com a equipe de vôlei e que o objetivo dela é voltar para Angola e ensinar tudo que aprendeu para seus conterrâneos. “Ela não é individualista, o aprendizado não fica com ela, ela passa tudo”. Ele acrescenta que isso vem da cultura angolana e finaliza dizendo que o povo angolano tem muita vontade de ensinar tudo que aprende. “Isso é da cultura dela, proliferar o bem, ela é filantrópica”.
André Miranda momentos antes de dirigir a equipe em mais um jogo no JAP´s |
A jogadora Flavia Wiedmer revela que apesar de o técnico não ter citado nada a respeito dele, ele já é um grande exemplo para todo o grupo de Itaperuçu. “São 15 anos que ele está à frente da equipe sem receber nada. O trabalho que ele faz conosco é por puro amor ao vôlei”.
1° Encontro Mundial de Blogueiros debate mídias as novas tecnologias
Divulgação
Divulgação
Acadêmicos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da Fasul de Toledo participaram do evento
Por Ane Hang
Entre os dias 27, 28 e 29 de outubro, Foz do Iguaçu foi sede do 1° Encontro Mundial de Blogueiros, que teve como debate principal “O papel das novas mídias”.
O evento, que foi organizado pelo Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e pela Associação Brasileira de Empresas e Empreendedores da Comunicação (Altercom), reuniu cerca de 450 pessoas, oriundas de vários países da América Latina, da Europa e da África. Os participantes eram na sua maioria estudantes de comunicação social, jornalistas, sociólogos, historiadores, ativistas e representantes dos movimentos sociais do Brasil.
Painéis
Os painéis de debates foi realizados todos os dias do encontro, com palestrantes de nomes renomados Os assuntos abordados foram: “O papel das novas mídias”, “Experiências nos EUA e Europa”, “Experiências na Ásia e África”, “Experiências na América Latina”, “As experiências no Brasil”, e “A luta pela liberdade de expressão e pela democratização da comunicação”. O encontro confirmou a presença forte das redes sociais na vida da sociedade, evidenciou também uma rica troca de experiências, denotando que as novas mídias podem ser um instrumento essencial para o fortalecimento e aperfeiçoamento da democracia.
Resultados
Nos meios de comunicação a repercussão pós-evento foi bem comentada, destacando-se em muitos sites e blogs. Como o evento superou todas as expectativas, já foi confirmada que a 2º edição ocorre mesmo em Foz do Iguaçu em novembro do próximo ano. A ideia é aumentar as discussões sobre a democratização da informação na internet.
Rugby foi uma das atrações da fase final dos Jogos Abertos
Divulgação
Por Jaqueline Galvão
Na fase final dos Jogos Abertos do Paraná, disputado em Toledo, foi realizado à demonstração do Rubgy Sevens, um esporte pouco conhecido aqui na região oeste, mas que já existem muitos adeptos. O jogo acontece em um campo com dimensões semelhantes às de um campo de futebol, a bola é de couro em formato oval, cada equipe é composta por 07 jogadores e a duração do jogo é de dois tempos de sete minutos cada.
A apresentação do rugby nos Jap’s vai difundir o esporte além de ajudar no processo de crescimento da modalidade no país. O que chamou muito a atenção foi os acessórios usados, além de muito creme, utilizado com o objetivo de deslizar as mãos dos adversários durante o contato físico.
Rugby Toledo
Para o supervisor da modalidade em Toledo, Everton Hraber, o rugby é um esporte que vem crescendo bastante, principalmente no Brasil. “Esta sendo bem divulgado pela mídia, então a tendência é de que os brasileiros conheçam bem mais e consequentemente aqui no Paraná ele cresça muito mais rápido, essa é a nossa expectativa com a demonstração dele nos Jap's.
Hraber ainda destaca que é um jogo bem dinâmico e com o movimento Pro Rugby maximizado espera-se que nas Olimpíadas de 2016 a modalidade tenha ganhado espaço de destaque no cenário esportivo nacional. Assim como, aguarda que a Federação Paranaense do Esporte demonstre interesse em oficializar o rugby para as próximas edições dos Jogos Abertos do Paraná.
O atleta Rafael Henze acredita que com a demonstração o esporte se popularize no estado. “Com a inclusão do Rugby nos Jap`s as cidades paranaenses irão procurar mais e apoiar as equipes. Creio que Toledo provavelmente vá se tornar um pólo de referência no Paraná”.
O torcedor Moises do Santos vê com bons olhos o esporte. “Chama muito a atenção. As equipes estão bem treinadas e percebe-se que exige muito da parte física dos jogadores”, destaca.
O Presidente do Toledo Rugby Club, Pieter Van Wyk, diz que é um grande desafio a inserção da modalidade no país do futebol. “Em um país como o Brasil, onde o futebol é a paixão do povo os outros esportes ficam um tanto quanto em desvantagem, mas estamos lutando para conquistar espaço, como o rugby é um esporte de contato e também disputado no mesmo campo, sempre tem este tipo de concorrência entre eles”.
Piter ainda salienta que olha a comunidade do rugby como um gigante adormecido e explica “primeiramente por causa da população que o Brasil tem e também pelo porte físico das pessoas. O brasileiro realmente é uma mistura de raças que significa lição e jogadores fortes no campo”, enfatiza.
O Brasil é um país que tem potencial para as mais diferentes modalidades esportivas e não valoriza isso. Piter explica que aguarda ansiosamente o Brasil acordar e perceber que existem outros esportes que precisam também de reconhecimento. “Uma grande conquista pra nós é agora as Olimpíadas de 2016, que vai ser a primeira vez que o rugby vai ser apresentado nas olimpíadas e a demonstração no Jap’s para a modalidade é histórica e eu tenho a expectativa de que o Brasil será um país de vários esportes e que o râguebi possa ser um que lidere”, finaliza.
Nível Brasil
O esporte é praticado em mais de 120 países, popularizou-se nos países de colonização inglesa. Já no Brasil o rugby vem conquistando seu espaço. Ocupa hoje 27ª posição no ranking da International Rugby Board (IRB) na categoria Masculina Adulta e a Seleção Brasileira Feminina conquistou a 10ª posição no último Campeonato Mundial realizado em Dubai-EAU em 2009 e é reconhecida como uma das melhores equipes da América Latina. O principal evento entre seleções é a Copa do Mundo de Rugby, a Copa Sul-americana de Rugby, Os Jogos Pan-Americanos e no Brasil o Brasileirão de Rugby. Dentre as modalidades a mais tradicional é o Rugby 15, mas ainda tem o Rugby Sevens, Tag e o Beach Rugby.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Bocha luta para se tornar modalidade olímpica
Diego Pereira A bocha vem se destacando no cenário esportivo como uma das modalidades mais competitivas
Um dos esportes mais praticados no Paraná e que remonta do século XV é uma das modalidades pioneiras dos Jogos Abertos. A bocha é um esporte organizado para todas as idades, contudo, é preferido por pessoas acima de 30anos. Exige concentração, paciência, bom domínio da bocha (bola) e precisão na jogada. Há 25 anos a modalidade disputa o Campeonato Sul-Americano Juvenil, além de outros eventos esportivos, e hoje vem lutando para que a categoria seja incluída como uma modalidade olímpica.
Para o árbitro da Federação Paranaense de Bocha, Osvaldo Utzig, o esporte vem evoluindo a cada ano. Exemplo disso é a cancha, que antes era de areia, depois sintética e hoje, preferência unânime entre os jogadores, é de carpete. “Estamos fazendo uma campanha para que a bocha seja um esporte olímpico, precisamos de mais de 1 milhão de assinaturas para que isso possa se tornar realidade. Esperamos conseguir isso logo para que esta modalidade possa estar nas Olimpíadas de 2016”, ressalta Utzig.
Para o supervisor da bocha da Secretaria do Esporte do Paraná, Elton Lourenço, Toledo é um município referência no esporte e na estrutura que oferece para receber eventos de grande porte. “Toledo recebe pela sexta vez a final dos Jogos Abertos e não é à toa, o município tem uma estrutura fantástica para receber eventos esportivos de tamanha grandeza. A bocha vem se destacando nos Jogos Abertos pelo alto nível de competividade entre as equipes participantes” afirma Lourenço.
Nível Alto
A bocha é um esporte comum nos munícipios da região Oeste e Sudoeste. Ano após ano a modalidade vem conquistando seu espaço no cenário esportivo, tanto que hoje as canchas da região são, em sua grande maioria, profissionais, com 24 a 26,5m de comprimento por 4m de largura. Para o vice-presidente da Federação Paranaense de Bocha, Doneli José Possenti, a bocha cresceu muito e exemplo disso é que os jogos da modalidade estão disputadíssimos neste ano. “Os jogos estão com nível muito alto e isto é mais um motivo de luta para que esta modalidade seja reconhecida e incluída nas Olimpíadas. Quando isto acontecer vai ser uma das maiores conquistas, resultado do nosso esforço e trabalho para que o esporte ganhe cada vez mais adeptos”, avalia.
O bochófilo Orlando Zschornoch, pratica bocha há 20 anos e vê o esporte como uma distração e uma forma de encontrar os amigos.
A cada jogada a torcida vibra junto, grita e dá força para que o time siga em frente e, desta forma, percebe-se o quanto o esporte é importante e dá uma injeção de ânimo no dia a dia das pessoas.
Jaqueline Galvão
jaquelinefsgalvao@hotmail.com
(45) 9928 7264
Para o árbitro da Federação Paranaense de Bocha, Osvaldo Utzig, o esporte vem evoluindo a cada ano. Exemplo disso é a cancha, que antes era de areia, depois sintética e hoje, preferência unânime entre os jogadores, é de carpete. “Estamos fazendo uma campanha para que a bocha seja um esporte olímpico, precisamos de mais de 1 milhão de assinaturas para que isso possa se tornar realidade. Esperamos conseguir isso logo para que esta modalidade possa estar nas Olimpíadas de 2016”, ressalta Utzig.
Para o supervisor da bocha da Secretaria do Esporte do Paraná, Elton Lourenço, Toledo é um município referência no esporte e na estrutura que oferece para receber eventos de grande porte. “Toledo recebe pela sexta vez a final dos Jogos Abertos e não é à toa, o município tem uma estrutura fantástica para receber eventos esportivos de tamanha grandeza. A bocha vem se destacando nos Jogos Abertos pelo alto nível de competividade entre as equipes participantes” afirma Lourenço.
Nível Alto
A bocha é um esporte comum nos munícipios da região Oeste e Sudoeste. Ano após ano a modalidade vem conquistando seu espaço no cenário esportivo, tanto que hoje as canchas da região são, em sua grande maioria, profissionais, com 24 a 26,5m de comprimento por 4m de largura. Para o vice-presidente da Federação Paranaense de Bocha, Doneli José Possenti, a bocha cresceu muito e exemplo disso é que os jogos da modalidade estão disputadíssimos neste ano. “Os jogos estão com nível muito alto e isto é mais um motivo de luta para que esta modalidade seja reconhecida e incluída nas Olimpíadas. Quando isto acontecer vai ser uma das maiores conquistas, resultado do nosso esforço e trabalho para que o esporte ganhe cada vez mais adeptos”, avalia.
O bochófilo Orlando Zschornoch, pratica bocha há 20 anos e vê o esporte como uma distração e uma forma de encontrar os amigos.
A cada jogada a torcida vibra junto, grita e dá força para que o time siga em frente e, desta forma, percebe-se o quanto o esporte é importante e dá uma injeção de ânimo no dia a dia das pessoas.
Jaqueline Galvão
jaquelinefsgalvao@hotmail.com
(45) 9928 7264
Assinar:
Postagens (Atom)





